Depois de um dia como esses, “felicidade” não passa de um patinete dado de presente para um aleijado. Pura anedota do Caos. Seguindo o meu caminho, eu sentia o seu perfume, sentia um formigar na mão esquerda. Lembrava dos seus cabelos em chamas e encharcados, das flores que enfeitavam o nosso caminho e que hoje são ervas do seu chá de ópio. Dos seus lábios rubros, tingidos com o sangue do pulso alheio que hoje movimentam-se freneticamente em alguém que não sou eu. Eu ria loucamente, sobre as cenas dos filmes, em que os raios brotavam e a chuva rajava, junto com o personagem tristonho, junto da morte, enfim, até comentei com amigos que nunca chove quando eu estou triste, abraçado no travesseiro. Pois é, hoje choveu. Mas já passou. A chuva, claro.
Ah, os parenteses e o que tem dentro são facultativos.
Agosto 25, 2008 às 9:10 pm |
amigo, talvez não chova quando você está triste, mas neil disse algo certo: “sempre chove nos sonhos dos mal amados”.
e, man, por mais amados que sejamos…
Agosto 25, 2008 às 9:16 pm |
Vamos rir cara.
Tudo não passa de uma grande e maldita piada.
Nós deveriamos rir.
Why so serious ?
Agosto 25, 2008 às 9:25 pm |
Lembranças são doloridas,as vezes.
Nem tenho muito o que dizer sobre as coisas que vc escreve,
Você e seus textos são extremamente singulares e identificantes.
Saudades de conversar com vc,juro.
Agosto 25, 2008 às 9:57 pm |
Eu imaginei q os parênteses fossem facultativos…
Vc precisa se animar, criatura! Sarjeta esses seus textos. =/
Agosto 25, 2008 às 10:13 pm |
Eu estava vendo cold case, um casinho super meigo de uma menina que não gostava de se vestir de menina, mas era apaixonada pelo melhor amigo, aí ela beijou ele, e ele não aceiotu, porque ela parecia um garoto.
Daí o pai dela internou ela em um internato onde deixam meninas parecendo meninas, mas eles davam choques nelas (credo)aí o amigo dela foi buscar ela,quando descobriu que amava ela e talz, ele entrou escondido mas era tarde tadinha x_x, aí eu estava triste com isso, porque poxa, que raios de seriado triste… e mudei de canal, e começo a ver um filme legal de amigos meio gays, (e eu acho gays meigos ok? só garotos *-*), mas do nada um mata o outro com uma pedrada D:
ain, nem dá pra se animar assim, gostei do post á propósito o__o
Super fofin.
Agosto 25, 2008 às 10:19 pm |
acho que os parênteses deveriam ser obrigatórios. sempre! :*
Agosto 25, 2008 às 11:14 pm |
Luan vei!
você sempre acerta sem me perguntar nada : )
Agosto 26, 2008 às 12:05 am |
Tenha certeza de uma coisa: tudo passa. Pode demorar, mas não tenha dúvidas em relação a isso. Passa, e se não passa, desbota. Um dia vai ser só mais uma lembrança triste e só.
Beijo, Lulis
Agosto 26, 2008 às 12:29 am |
“das flores que enfeitavam o nosso caminho e que hoje são ervas do seu chá de ópio.”
mto foooooodaaa!!!
“Dos seus lábios rubros, tingidos com o sangue do pulso alheio que hoje movimentam-se freneticamente em alguém que não sou eu.”
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
E sim…
Ultimamente só chove do lado da rua em que eu ando pô!
e sim!
“Bebel Disse:
Agosto 25, 2008 em 9:57 pm
‘[…] Vc precisa se animar, criatura! Sarjeta esses seus textos. =/’”
também já pensei isso…. tsc tsc…
Agosto 26, 2008 às 9:19 pm |
Facultativo?
Ah, ok. Hoje eu morro, amanhã não.
Entendy.
Agosto 26, 2008 às 10:27 pm |
Sabe, não chove nos meus momentos de tristeza, ou nos meus sonhos, e nem nos meus pesadelos. E eu não sou amado. Pelo menos não por quem eu amo.
Até acho que a chuva não adianta nada, sei lá. Você pode se sentir naquele filme de romance água com açúcar – meus preferidos, oi. – e ter esperanças que no final vai dar certo, e que todo o seu sofrimento valeu a pena. Mas nem sempre isso acontece.
Mas isso faz parte da nossa vida, amigo. Chore com intensidade, sofra com intensidade! Não nascemos com essa possibilidade para deixá-los lá, vãos, no escuro infinito, por entre os nossos outros sentimentos.
O “quê” da vida é esse. Faça de tudo e esqueça seus receios. É assim que acontece com todo mundo.
Agosto 28, 2008 às 4:50 pm |
Sangue a quem quer Sangue.
Lágrimas a quem quer Lágrimas.
Tristeza a todos os que vêem e crêem. Ou não.