- Você escreve tão bem…
- Obrigado.
- Escreve algo pra mim.
- Para você?
- É, falando de mim.
- Depende.
- Do que?
- Com amor é mais caro.
- Quanto custa?
- Um bj deve estar bom…
—————
E só as mais peversas mentes entenderiam.
- Você escreve tão bem…
- Obrigado.
- Escreve algo pra mim.
- Para você?
- É, falando de mim.
- Depende.
- Do que?
- Com amor é mais caro.
- Quanto custa?
- Um bj deve estar bom…
—————
E só as mais peversas mentes entenderiam.
Eu pensei um bocado num começo, mas como não encontrei, vai sem começo mesmo. “O que aconteceria se uma força infinita encontrasse um objeto que não se move?”. “É impossível, pois do mesmo jeito que não pode existir uma força infinita, não pode exisistir um objeto que não se move.”. Essa resposta me indignou. Claro que pode existir, e eu aposto que o objeto não se moverá, pois veja bem, as minhas palavras de sentimento infinito não movem o seu coração. Eu nunca passei tão mal na minha vida quanto ontem. Eu não pude saborear cada pedacinho dos seus lábios, só sentia aquele cheiro suave, vindo dos seus cabelos e da sua pele. Ah! Eu tive direito ao meu dia ruim e foi um dos melhores da minha vida. Quer saber como eu ganhei essa cicatriz? Eu tinha um amigo louco, certa vez ele estava brincando com uma faca e… Mentira. Se olhe no espelho que te responde. Why so Smiling? So Stupid? Mas ok, vamos buscar ver o lado bom disso tudo:
-
4:51. minto, 4:52. Depois da extensa madrugada regada a combates mágicos e visitas ao mundo espiritual, essa não foi uma noite difícil de se viver, pois ela não foi longa o suficiente para eu me pegar pensando em você. Pelo menos não o tempo todo. E já no final, deixei meus amigos em suas respectivas cavernas, com um punhado de 40 mazelas nas pernas, tendo que descer todas as vezes para que eles pudessem passar. Tecladinho estreito, meio chato de escrever e tal… não me ajuda muito o curso de datilografia nessas horas. Os cavalos selvagens insistem em me levar para não sei onde e é bem provável que eu vá. Depois de tanta besteira junta escrita, tirando o fato de ter dito que pensei em você, estou pensando em você e dessa vez não tem nada para desviar minha atenção. Então por que não falar de você? Boba, serena, nunca me negastes o meu almejo sem dar brecha para que eu almejasse mais. Aquela sua franja preta e quase emo cobrindo seus olhos, fazendo assim destacar só o seu sorriso. E você ainda vem dizer que o meu sorriso que é bonito. Mentira! No dia que o sorriso de um infeliz como eu tiver um significado concreto, você será minha.
Eu: – Eu queria ter certeza que você vai ser minha pra vida toda.
Sol: – Eu te amo.
Eu: – Isso não me da a certeza de nada.
Sol: – Eu quero fazer com que você pare de sentir essa tristeza tão forte que você guarda dentro de si.
Eu: – …
Sol: – Tá vendo? Bem melhor sorrindo.
Eu: – É…
Sol: – E eu nunca tinha reparado que você usava aparelho.
Eu: – Pois é. Eu uso tem mais de 6 anos. É que eu não costumo sorrir. Até mesmo pra você.
Se eu pudesse resumir esse post numa coisa ao vivo, resumiria num grito. Você já gritou quando tá desesperado, vendo alguém morrer? É diferente de quando você leva uma espadada ou um chute no saco. Parece doer mais, sabe? (E olhe que chute no saco dói pra caralho, imagina uma espadada?) A voz parece ter um eco, um backing vocal, algo que vem lá de dentro. É trash, porque gritar não adianta, mas você grita, e muita vezes grita com a cara enfiada no travesseiro pra não acordar a peste da sua irmã que dorme no quarto ao lado. É engraçado você lembrar das coisas do passado, em como você se embreagava com todas aquelas coisas, lorotas e tal… E eu acabei chegando numa conclusão: Antes bons vinhos em copos de plástico à vinhos amargos em taças de cristal.
Eu: – Vamos?
Sol: – Vamos… Pegou a cesta com torradas?
Eu: – Peguei.
Sol: – Ta certo, vamos só passar no supermercado antes pra comprar suco e iogurte.
Eu: – Ta bom.
Sol: – Vá indo pro carro, vou pegar um cd pra gente ir ouvindo no caminho.
—
Eu: – Take this life… la la la….
Sol: – Melhor parar por aqui, o estacionamento deve estar cheio. Pode deixar que eu vou.
Eu: – Suco de maracujá ok?
Sol: – Ok.
—
Sol: - Por que paramos aqui?
Eu: – Vamos por aqui.
Sol: – Que caminho é esse?
Eu: – É um outro caminho, quero que você veja. Deixe-me carregar essas coisas.
Sol: – Amor…
Eu: – Gostou?
Sol: – Meu Deus…
Eu: – Eu fiz essa ruazinha pra você.
Sol: – Que linda! E essas pedrinhas!
Eu: – São de brilhante.
Sol: – Mas por quê?
Eu: – Só pra você passar, oras.
Sol: – Eu tenho tanta sorte de ter alguém como você, sabia?
Eu: – Isso explica o quanto você é azarada no poker então.
Sol: – Besta.
Eu: – Vamos?
Sol: – Vamos.
—
Eu: – Aqui parece bom né?
Sol: – Por mim está ótimo. Ta com a toalha?
Eu: – Aqui.
Sol: – Segure as outras duas pontos.
Eu: – Ok.
Sol: – Acho que ta legal.
Eu: – É… ta legal sim.
Sol: Me passa o iogurte?
Eu: – Aqui.
Sol: – Ta gostoso!
Eu: – Deixa eu ver… Ta mesmo.
Sol: - As torradas também estão boas, você caprichou.
Eu: – Sabia que esse bosque tem o seu nome?
Sol: -É? Não sabia.
Eu: – É.. dizem que as pessoas que vêm aqui têm seus corações roubados, talvez por um anjo.
Sol: – Hmmm….
Eu: – E foi aqui que eu me dei conta, que eu serei seu por toda minha vida.
—
Eu mandei a rua brilhar, nela tinha um bosque com o nome da minha amada e dentro dele, eu me fiz eterno para ela.
Sabe… o grande problema de viver um dia após o outro, é que entre eles há uma longa noite, que transtorna os seus pensamentos e te faz ver que lembrar de tristeza, traz sempre mais tristeza e que lembrar de felicidade traz saudades, mas nem toda saudade é gostosa de sentir. E é por isso que eu estou voltando aos poucos a ser aquilo que eu era… Aquilo que eu tanto temia e me assustava, e assustava outras pessoas… Não da pra lutar por toda eternidade sem as pernas e os braços que me sustentavam, só me resta ser torturado até que os novos braços e pernas resolvam aparecer.
Eu: – Hello Sunshine! =)))
Ela: – Hello Sweetie! :***
Eu: – Gostou da festa?
Ela: – A princípio não, mas a música foi melhorando com o passar do tempo. E o seu seminário?
Eu: – Acho que não me saí bem. Mas pouco importa.
Ela: – Sabia que hoje faz exatamente 23 meses e 22 dias que a gente começou a se falar?
Eu: - De certa forma, sabia.
Ela: – E a gente nunca trocou um olhar… uma palavra sem ser pelo som stereo das caixas de som…
Eu: – É verdade, Quem me garante que você existe?
Ela: – O que você está dizendo?
Eu: – De certa forma, eu não existo pra você e você não existe pra mim.
Ela: – õ.ó ?
Eu: – O que me garante que eu não estou conversando com um computador de super inteligência artificial, que pega fotos de civís da Califórnia e cria usuários no orkut para brincar com nerds dos países de terceiro mundo?
Ela: - Computadores não amam.
-x-
Não há mulher de carne ou de papel no mundo que esteja à altura….
de uma mulher digital.
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Obrigado Duda, você foi de fundamental importância para esse aqui. ;D
- É alto aqui de cima.
- Fica mais alto quando ele se levanta.
- É escorregadio também.
- Daqui a pouco fica quente e as outras vão acabar te empurrando.
- Vendo aqui de perto, os olhos dele tem umas partes claras, mas são discretas.
- Eu vou pular, antes que venham e me empurrem.
- Ta ok, já já eu pulo também, deixa eu só curtir o visual um pouco mais.
- Ok, foi um prazer. Adeus.
- Adeus.
- …
- É… Ela parece ter caído no pé dele, eu espero escorrer até cair em sua boca, só pra ele ver que nem todas as lágrimas têm gosto de soro.
-x-
e até que enfim essa porra de lágrima caiu.
E não tinha gosto de soro.
Para José:
- E agora, José?
José: – A festa acabou, vá para casa.
Para Gregório:
- E agora, Gregório?
Gregório: – Vá ao meu velório para comer.
Para Deus:
- E agora, Deus?
Deus: – …
Para Sol:
- E agora, Sol?
Sol: – Agora você me beija.